Quem ganhou a São Silvestre 2019? Queniano Kibiwott Kandie vence nos últimos segundos

Posted on dez 31 2019 - 1:42pm by William De Camargo

Quem venceu a São Silvestre 2019 foi o queniano Kibiwott Kandie e sagrou-se campeão na manhã desta terça-feira (31/12), a 95ª edição da corrida de rua mais famosa do mundo. Com um final foi eletrizante e cheio de emoções, o atleta do Quênia Kibiwott Kandie, ultrapassou nos segundos finais o de Uganda Jacob Kiplimo, que dominava até então a prova. Em um sprint fenomenal, Kibiwott Kandie do Quênia venceu o ugandense Jacob Kiplimo por milésimos de segundos.

Ambos cruzaram linha chegada e romperam a faixa com os corpos quase colados um ao outro, mas quem levou a melhor foi o atleta do Quênia Kibiwott Kandie, completando a prova aos 42 minutos e 59 segundos.

Confira a chegada emocionante que fez com que o queniano Kibiwott Kandie vencesse a 95ª edição da corrida de São Silvestre 2019

O terceiro lugar ficou para Titus Ekiru, também queniano, que neste ano venceu a Maratona de Milão e a Meia de Lisboa. Ele chegou 55 segundos após o primeiro colocado.

Prova Feminina da São Silvestre 2019 é vencida por queniana Brigid Kosgei

A queniana Brigid Kosgei foi a primeira do pelotão de elite feminino a cruzar a linha de chegada da corrida de São Silvestre 2019, na Avenida Paulista. Recordista da Maratona de Chicago, a atleta fez na manhã de hoje (31) a sua estreia na 95ª edição da corrida que ocorre anualmente nas ruas da cidade de São Paulo, completando o trajeto de 15 quilômetros em 48 minutos e 54 segundos.

Africanos dominam edição 2019 da São Silvestre no Masculino e Feminino

O segundo lugar da prova também foi ocupado por uma queniana, Sheila Shelangat e a terceira posição no pódio feminino ficou com Tisadk Nigus, da Etiópia.

A hegemonia dos africanos foi confirmada que dividiram as atenções e o pódio tanto da prova masculina quanto a feminina. Com o sol forte, umidade do ar alta e temperatura que chegou durante a prova há mais de 30 graus, os atletas africanos acostumados a correr em altas temperaturas fizeram a diferença.

Os brasileiros, que não ganham a prova já há alguns anos, acabaram se tornando coadjuvantes, seguidos por uma multidão de atletas amadores que lotaram a avenida paulista na manhã desta terça-feira (31/12).

Edição final: William De Camargo/Folha Paulistana